quinta-feira, 24 de julho de 2008

Historical abbreviation: The vision of "The Economist" magazine on Brazil


The political scene will be increasingly dominated by preparations for the October 2008 municipal elections and early campaigning for the 2010 presidential ballot. This will further dim prospects for the advance of the reform agenda. A fiscal reform submitted at end-February could face delays until 2009, and little else in the way of reform seems likely in 2009. The ruling coalition will weaken ahead of municipal elections in October 2008. The race for the presidential election in 2010 is open. Given his record level of popularity, the president, Luiz Inacio Lula da Silva of the leftist Partido dos Trabalhadores (PT), will be influential behind the scenes. Regardless of who wins the next presidential ballot, the transition will be peaceful and will further consolidate democracy. Prudent macroeconomic policies should be maintained.

Brazil’s economy is forecast to grow by an annual average of 4.1% in 2008-12, slightly below the average of 4.4% for 2004-07, but much stronger than its long-term average of only 2.2%. Domestic demand, and in particular investment, will make a much stronger contribution to growth than in the past, supported by deepening domestic financial markets. The Economist Intelligence Unit assumes that inflation will be contained below 4% in the medium term, notwithstanding stronger pressures in 2008-09. But the risk to this forecast has increased amid growing inflationary pressures stemming from higher commodity prices. The trade surplus will be eroded as domestic demand growth draws in imports, and the current-account is expected to record a small deficit in 2008-12. However, amid continued stability and widening investment opportunities, capital inflows will remain firm and the Real will depreciate only modestly in 2008-12.

Brazil is Latin America’s largest market, the world’s fifth-most populous country and the world’s tenth-largest economy. GDP growth will be sufficient to allow real incomes to rise in the forecast period, albeit at a more moderate pace than in 2005-07. Disinflation and income support programmes for the poorest families have contributed to a significant reduction in poverty rates and income inequality in recent years, but Brazil will remain one of the world’s most unequal societies during the forecast period.

Modest improvements to Brazil’s business environment, mainly driven by the consolidation of macroeconomic stability and better domestic financing conditions, will keep the country’s position broadly stable in our global and regional rankings. But the tax system will remain complex and burdensome, the pension system will weigh on public-sector finances and vested interests will continue to distort productivity gains.

source: © The Economist Newspaper Limited 2008.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Batman seria possível na vida real !


Entrevista com o Neurocientista e especialista em artes marciais J.R. MINKEL.
O mesmo propõe parâmetros para virar super-herói.
Treinamento de mais de dez anos e carreira de apenas três seriam necessários.

De todos os super-heróis, Batman é o mais terrestre. Não tem superpoderes oriundos de um mundo distante e tampouco foi mordido por uma aranha radioativa. Tudo o que o protege do Coringa e outros vilões de Gotham City é sua inteligência e um físico moldado por anos de treinamento – combinados a uma vasta fortuna para alcançar seu potencial máximo e equipá-lo com Batmóveis, Batcabos e outros Bat-apetrechos, é claro.

No blockbuster de 2005 "Batman Begins", o vingativo Bruce Wayne (interpretado por Christian Bale) afia seus instintos assassinos nas ruas por sete anos antes de se jogar numa prisão butanesa e se envolver com a misteriosa Liga das Sombras, que o ensina o caminho do ninja.

Para investigar se alguém como Bruce Wayne poderia fisicamente se transformar em uma devastadora gangue de um homem só, procuramos E. Paul Zehr, professor associado de cinesiologia e neurociência na Universidade Vitória, na Columbia Britânica (Canadá), e praticante de Chito-Ryu karate-do há 26 anos. O livro de Zehr, “Becoming Batman: The Possibility of a Superhero” ("Tornando-se Batman: A Possibilidade de um Super-Herói), da The Johns Hopkins University Press, com lançamento previsto para outubro, trata exatamente da nossa questão. Segue uma transcrição editada da conversa.

Scientific American: O que os gibis e filmes nos contam a respeito das habilidades físicas de Batman?
E. Paul Zehr: Há uma citação de Neal Adams, um grande desenhista de Batman, que diz que o Homem-Morcego venceria ou poderia participar de todas as competições das Olimpíadas. Se eu fosse seu treinador, provavelmente o colocaria no decatlo. Embora Batman seja mostrado nos gibis como o mais forte e o mais rápido e todas essas outras coisas, na verdade não é possível ser tudo isso de uma só vez. Para ser Batman corretamente, o que você realmente precisa é ser excepcionalmente bom em muitas coisas diferentes. É quando você junta todos os pedaços que você tem o Batman.

Sciam: O que é mais plausível na caracterização das habilidades de Batman?
Zehr: Você poderia treinar alguém para ser um fabuloso atleta e ter uma experiência significativa em artes marciais, e também para usar alguns de seus equipamentos, que exigem uma grande proeza física. A maior parte do que você vê ali é viável no nível de que alguém poderia ser treinado àquele extremo. Veremos esse tipo de coisa em menos de um mês, nas Olimpíadas.

Sciam: O que é menos realista?
Zehr: Um ótimo exemplo está nos filmes, quando Batman luta contra múltiplos oponentes e de repente está enfrentando dez pessoas. Se você apenas estimar a rapidez com que alguém pode socar e chutar, e quantas vezes você pode atingir uma pessoa por segundo, chega-se a números como cinco ou seis. Isso não significa que você conseguiria lutar com cinco ou seis pessoas. Mas também é difícil para quatro ou cinco pessoas atacarem alguém simultaneamente, por ficarem no caminho uns dos outros. Mais realista seria haver dois agressores.

Sciam: Por quanto tempo Bruce Wayne teria de treinar para se tornar Batman?
Zehr: Em algumas das linhas do tempo vistas nos gibis, a história é que ele fica fora por cinco anos – algumas vezes são de três a cinco anos, ou oito anos, ou doze. Em termos das mudanças físicas (força e condicionamento), isso está acontecendo bem rapidamente. Estamos falando de três a cinco anos. Considerando as habilidades físicas necessárias para se defender de todos esses oponentes o tempo todo, eu diria de 10 a 12 anos. Provavelmente a representação mais realista de Batman e seu treinamento está em "Batman Begins".

Sciam: Por que um tempo de treinamento tão longo?
Zehr: Batman realmente não pode se dar ao luxo de perder. Perder significaria a morte – ou pelo menos a impossibilidade de ser Batman novamente. Mas outro ponto importante seria ter habilidades suficientes para se defender sem matar ninguém. Porque isso faz parte de seus princípios. Seria muito mais fácil lutar contra alguém se você pudesse incapacitá-lo com força extrema. Atingir alguém na garganta poderia ser um golpe letal. Isso é bem fácil de fazer.

Mas se você está pensando em algo que não resulte em força letal, isso é mais delicado. Ser tão bom, lutar sem ferir ninguém de forma letal, exige um nível extremamente alto de habilidade que levaria talvez de 15 a 18 anos para ser acumulado.

Sciam: De onde vem o número de 15 a 18 anos?
Zehr: Vem do meu próprio treinamento em artes marciais e do aprendizado de quanto tempo uma pessoa leva para responder a situações simples – sem falar nas complexidades de bombas de fumaça explodindo e pessoas usando grandes Bat-trajes. Não importa quanto treinamento você tenha, quando estamos sujeitos a uma grande quantidade de stress psicológico, cometemos muito mais erros.

A polícia fala nisso quando utiliza o chamado treinamento baseado na realidade. Levam-se anos e anos e anos para se ter a segurança de ser capaz de agir quando alguém está atacando você de verdade.

Sciam: O que é um regime de treinamento realista?
Zehr: Eu não coloquei um manual de treinamento no meu livro, mas seria interessante fazer um treinamento de pesos especializado para desenvolver a habilidade de trabalhar em uma intensidade muito alta durante talvez de 30 segundos a um minuto (o período máximo de tempo associado com suas lutas).

Um dos primeiros gibis o mostra levantando um peso enorme acima de sua cabeça. Esse não é o tipo correto de adaptação para socar e chutar. Ele precisa se assegurar de que esteja usando todas as habilidades treinadas ao mesmo tempo, para que realmente utilize as adaptações (físicas) lentamente obtidas. Nas artes marciais convencionais, quando pessoas recebem treinamento com armas, trata-se de um tipo de treinamento de poder e força.

Sciam: Que efeitos todo esse treinamento teria no corpo de Bruce Wayne?
Zehr: Pesquisei o que a DC Comics e alguns outros livros dizem (sobre o físico de Batman). Assumi a estimativa de que Bruce Wayne começou com aproximadamente 1,90m e 84 quilos. Dei-lhe 20% de gordura corporal (levemente abaixo da média) e um índice de massa corporal de 26. Digamos que depois de 10 ou 15 anos, depois de transformado em Batman, ele pese cerca de 95 quilos com 10% de gordura corporal. Ele provavelmente ganhou mais de 20 quilos de músculos. Seus ossos realmente seriam mais densos, o oposto da osteoporose.

Sciam: Estamos falando de ossos densos de uma forma fora do comum?
Zehr: A mudança percentual é bem pequena – talvez 10%. No judô, onde se vê muitos agarramentos e tombos, você terá mais densidade nos ossos longos do tronco. No karatê e outras artes marciais onde ocorrem muitos chutes, haverá uma densidade bem maior nas pernas. O Muay Thai (kickboxing) é um ótimo exemplo. Eles sempre dão esses chutes com a tíbia. Eles tentam condicionar o corpo chutando objetos progressivamente com mais força e por mais tempo.

Sciam: E quanto ao tempo de reação?
Zehr: Há evidências de que especialistas em algo como futebol americano e hóquei têm uma habilidade aprimorada para perceber o movimento no tempo. No livro, uso o exemplo de Steve Nash arremessando a bola, mesmo que ele não possa ver onde o recebedor do passe estará. Especialistas são capazes de extrair mais informação com maior rapidez que os outros. É quase como se os seus sistemas nervosos ficassem mais eficientes.

Sciam: Como Batman conseguiria descansar o suficiente?
Zehr: A dificuldade para Batman é que ele precisa tentar dormir durante o dia. Ele ficará muito cansado, na verdade, a menos que possa realmente trocar o dia pela noite. Se fosse apenas um sujeito noturno, ele seria muito mais saudável e teria um sono bem melhor do que se continuasse a se comportar como faz hoje, que é receber alguma luz aqui e ali. Isso vai estragar seus padrões e a duração do sono.

Sciam: Combater os criminosos de Gotham todas as noites não teria seu preço?
Zehr: A parte mais irreal da forma como Batman é retratado é a natureza de seus ferimentos. Na maior parte do tempo, nos gibis e nos filmes, mesmo quando ele ganha, geralmente acaba levando uma boa surra. Há um fracasso real em mostrar o efeito cumulativo disso. No dia seguinte ele está fazendo a mesma coisa, tudo de novo. É mais provável que ele estivesse cansado e ferido.
Sciam: Há alguma indicação nos quadrinhos sobre a longevidade da carreira de Batman?
Zehr: Os gibis são realmente vagos em relação a isso, obviamente. Em “Cavaleiro das Trevas”, graphic novel de Frank Miller, vemos um Batman envelhecido voltando da aposentadoria, que aparece mais fraco e cansado. Em algum lugar entre 50 e 55 anos, ele provavelmente se aposenta. Seu desempenho está decaindo. Está sempre enfrentando adversários mais jovens. Isso é bem no fim de quando ele será capaz de se defender e não ter de lidar com aquela força letal. Isso foi mostrado em uma série animada chamada "Batman Beyond."

Sciam: Ah, sim. É o futuro; Batman está velho e treina um garoto para substituí-lo.
Zehr: Você conhece aquela série? O que aprendemos é que Batman, já mais velho, mas antes de se aposentar, realmente usou uma arma contra um malfeitor, porque precisou fazê-lo. Suas habilidades o deixaram na mão de forma que ele não foi capaz de se defender sem machucar outra pessoa. E foi aí que ele decidiu se retirar da cena.

Sciam: Como todas as surras afetaram sua longevidade?
Zehr: Lembrando que ser Batman significa nunca perder -- se você analisar eventos consecutivos onde lutadores profissionais tiveram de defender seus títulos, como Muhammad Ali, George Foreman, Ultimate Fighters –-, o período mais longo que encontrará é de cerca de dois ou três anos.

Isso de certa forma bate com a carreira média dos runningbacks (corredores do futebol americano) da NFL. É de aproximadamente três anos. (Essa é a estatística que consegui no site da Associação de Jogadores da NFL.) A questão é que não é muito longa. É muito duro se tornar Batman em primeiro lugar, e é duro se manter quando você chega lá.

Sciam: Há uma pesquisa sugerindo que concussões podem gerar depressão em jogadores da NFL. Esse poderia ser um motivo pelo qual o Cavaleiro das Trevas é tão pensativo?
Zehr: Passei por muitos quadrinhos e graphic novels e só encontrei um par de exemplos onde alguns dos golpes na cabeça de Batman tiveram o efeito de algo como uma concussão.

Na vida real, esse seria um resultado bastante provável. Ele é capaz de compensar alguns dos danos físicos à sua cabeça porque o uniforme funciona um pouco como um capacete. Mas esses golpes definitivamente somariam. Já que eles não admitem que ele tenha concussões, você não pode defini-las como a razão pela qual ele é pensativo.

Sciam: Você acha que Batman tomaria esteróides para se curar mais rapidamente?
Zehr: Não. Há um gibi onde ele tomou esteróides. Ficou um pouco louco e desistiu deles.

Sciam: Na sua opinião, quantos de nós poderiam se tornar um Batman?
Zehr: Se pegarmos a porcentagem de bilionários e multiplicarmos pela porcentagem de pessoas que se tornam atletas olímpicos, provavelmente chegaríamos a uma estimativa próxima. O ponto mais importante é o que um ser humano realmente consegue fazer. O alcance do desempenho que você pode conquistar é simplesmente enorme.

*Distribuído por "The New York Times Syndicate".
fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia

sexta-feira, 11 de julho de 2008

VERGONHA! INDIGNAÇÃO! É ISSO QUE TODO BRASILEIRO SENTE NESTE INSTANTE PARA COM O SUPREMO.


VERGONHA NACIONAL: GILMAR MENDES, PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Eu não sei se minha indignação reflete o sentimento da maioria do povo brasileiro.... Também se assim não for eu devo estar ficando louco ou sou de outro planeta.
Como um Presidente do Supremo Tribunal Federal, pode fazer uma besteira dessa, envergonhando todo o povo brasileiro, jogando na lata de lixo o nome do Supremo e de todo o judiciário. Libertar bandidos de marca maior como: Daniel Dantas, Naji Narras e Celso Pitta. Esse presidente do Supremo, Sr. Juiz Gilmar Mendes é um safado, nós pagamos o seu salário, ele deveria ter mais respeito com o povo brasileiro. Que moral nós temos frente a outros países, como poderíamos preitear chegar ao patamar de primeiro mundo com um judiciário como esse?
Até quanto vamos ser afrontados por este funcionário público Sr. Gilmar Mendes.
Será que não existe a possibilidade de outros Juízes, com "J" maiúsculo dar um cabo nesta situação. Será que não existe um dispositivo legal, do tipo "tendo ouvido o clamor do povo, o magistrado decidiu...".

Quem vai nos tirar deste impasse, ou quem vai impedir o Gilmar?
Os poderes Executivo e Legislativo, bem ou mal podemos controlar, mesmo que seja não votando nos politicos com "desvio de conduta". Já o judiciário, quem controla? Os próprios juízes? Fica difícil acreditar, já que tem juiz por aí defendendo amigos...


Dantas tentou subornar um delegado e isso foi gravado, provado e comprovado, olha que o maluco do Sr. Gilmar Mendes disse quando deu o hábeas corpus a Daniel Dantas. “Não há fundamentos suficientes que justifiquem o decreto de prisão temporária dos pacientes, seja por ser desnecessário o encarceramento para imediato interrogatório, seja por nada justificar a providência para fins de confronto com provas colhidas”.


Como diz um grande amigo: “Desculpem o meu francês, mas Gilmar Mendes é um filho da puta e Safado”.

Fernando Batista, Salvador, 11 de junho de 2008 às 22:30.









Um pouco de informação extraída da Wikipédia, a enciclopédia livre sobre o nosso amigo Gilmar Ferreira Mendes.

P.S.: O Sr. Gilmar Mendes começou a ter poderes no governo de FHC.
Isso não responde muita coisa?!?!


Gilmar Ferreira Mendes (Diamantino, 30 de dezembro de 1955) é um jurista brasileiro. Foi advogado-geral da União no Governo FHC, sendo nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 20 de junho de 2002 por nomeação de Fernando Henrique Cardoso, então presidente da República. Em 2008, tornou-se presidente da Suprema Corte brasileira.
Filho de Francisco Ferreira Mendes e Nilde Alves. Em 1975, ingressou no bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde se graduou em 1978. Nessa mesma universidade concluiu o curso de mestrado em Direito e Estado, em 1987, com a dissertação Controle de Constitucionalidade: Aspectos Jurídicos e Políticos, desenvolvida sob a orientação do Ministro do Supremo Tribunal Federal José Carlos Moreira Alves.
Em 1988, viaja para a Alemanha a fim de cursar o mestrado na Universidade de Münster, que concluiu no ano seguinte, com a dissertação Die Zulässigkeitsvoraussetzungen der abstrakten Normenkontrolle vor dem Bundesverfassungsgericht (Pressupostos de admissibilidade do Controle Abstrato de Normas perante a Corte Constitucional), desenvolvida sob a orientação do Professor Hans-Uwe Erichsen.
Nessa mesma universidade prosseguiu seus estudos de doutoramento, que concluiu em 1990 com a tese Die abstrakte Normenkontrolle vor dem Bundesverfassungsgericht und vor dem brasilianischen Supremo Tribunal Federal (O Controle abstrato de normas perante a Corte Constitucional Alemã e perante o Supremo Tribunal Federal), ainda sob a orientação do professor Hans-Uwe Erichsen.
De volta ao Brasil, passou a lecionar na Universidade de Brasília, na cadeira de Direito Constitucional, tanto na graduação quanto na pós-graduação.
No campo profissional, também foi procurador da República (1985-1988), adjunto da Subsecretaria Geral da Presidência da República (1990-1991), consultor jurídico da Secretaria Geral da Presidência da República (1991-1992), assessor técnico na Relatoria da Revisão Constitucional na Câmara dos Deputados (1993-1994), assessor técnico do Ministério da Justiça (1995-1996) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (1996-2000).
Em janeiro de 2000, foi nomeado advogado-geral da União, cargo que o credenciou para a indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2002.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

FELICIDADE É UMA META ? O QUE É FELICIDADE ?


O que é a Felicidade? Como podemos definir Felicidade? Você é Feliz? Você pode ser Feliz todos os dias? A Felicidade dura à vida toda?

Essas perguntas assolam toda uma sociedade e coloca em duvidas vários preceitos, dogmas e rende muitas discussões em todo o redor do mundo, inclusive no campo religioso.

Qual sua opinião sobre a Felicidade?

Vamos definir felicidade como aparece nos livros e também mostraremos uma entrevista com o renomado médico, psiquiatra e conferência Roberto Shinyashiki e você pode tirar suas conclusões.

DEFINIÇÃO DE FELICIDADE, CONFORME O DICIONÁRIO
Felicidade, alegria, júbilo ou contentamento são termos que representam um sentimento humano de bem-estar, euforia, empolgação, paz interna. O oposto de alegria é tristeza.
Alegria é um sentimento agradável. Quando em grande quantidade gera empolgação ou inquietação.

Entrevista com ROBERTO SHINYASHIKI

ISTO É: Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?
Shinyashiki: A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade.
A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é:
Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é:
Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de pequenas coisas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

PESQUISA SOBRE FELICIDADE NO BRASIL
Uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Datafolha[1] feita entre 4 e 5 de setembro de 2006 com 7.724 pessoas de 349 municípios aponta que 75,5% dos brasileiros entrevistados se consideravam felizes. Em 1996 pesquisa semelhante pelo mesmo instituto indicava o índice de 65%. Apesar disso, apenas 28% dos brasileiros entrevistados achavam que o brasileiro é feliz de uma forma geral.
Nesta pesquisa não houve diferença praticamente nenhuma entre o índice dos homens e das mulheres, respectivamente 78 e 75%. Em 1996 a pesquisa demonstrou uma diferença de 7% a favor dos homens.


Abraço,
Fernando Batista
26/06/08 24:00hs.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

MEIO AMBIENTE !









terça-feira, 3 de junho de 2008

Brasil no foco da crise mundial de alimentos!



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva denunciou nesta terça-feira em Roma (capital da Itália) o "intolerável protecionismo que atrofia e desorganiza" a produção agrícola dos países pobres e defendeu o uso dos biocombustíveis frente aos que culpam a fonte de energia pela alta do preço dos alimentos.
As declarações foram feitas na reunião de cúpula da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, na sigla em inglês) sobre a crise alimentar mundial.
Fonte: folha on-line
data: 03/06/2008


Leiam o Artigo Publicado pela folha de São Paulo em entrevista com o Sr. Guilherme Cassel (ministro do desenvolvimento Agrário) em 04 de abril de 2008


"O BRASIL E A CRISE MUNDIAL DE ALIMENTOS


Estamos convencidos de que essa crise coloca em discussão o modelo mundial de produção e abastecimento de alimentos.

O MUNDO está assistindo a uma inflação dos preços dos alimentos de dimensões preocupantes, com repercussões na segurança alimentar mundial. Estamos convencidos de que essa crise coloca em discussão o modelo mundial de produção e abastecimento de alimentos. A situação atual exige uma reflexão séria e responsável. Existem pelo menos quatro grandes fatores que explicam o movimento dos preços agrícolas.

O primeiro é a produção de etanol de milho pelos EUA. O país usa nada menos que 10% da produção mundial de milho para produzir etanol. Isso equivale a duas safras brasileiras de milho. É desnecessário comentar o quanto tal demanda contribui para o aumento dos preços. Só no ano passado, houve um incremento de 37% no uso de milho para etanol nos EUA.

O segundo elemento é a especulação financeira. Como conseqüência da crise imobiliária norte-americana, da desvalorização do dólar e da volta da inflação com baixo crescimento econômico nos países desenvolvidos, as commodities são o novo destino dos especuladores financeiros.

Outro componente é a demanda dos países em desenvolvimento (PEDs), principalmente China e Índia, puxada pelo crescimento populacional e pela mudança do padrão alimentar. Contudo, conforme salienta a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), há um pequeno decréscimo no consumo per capita de cereais nos PEDs.

O que explica a aparente contradição desse fenômeno é que faixas importantes de população dos PEDs entraram na esfera de consumo da classe média. O consumo de carne, por exemplo, cresceu 100% na China, 70% no Brasil e 20% na Índia nos últimos 15 anos. Como são necessários, em média, 7 kg de cereais para produzir 1 kg de carne, a mudança no padrão alimentar também está inflacionando o preço dos cereais. De outro lado, essa elevação de preços afeta de maneira dramática os 2,5 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia.

Finalmente, concorrem a alta do preço do petróleo e os problemas de safras causados pelo aquecimento global. Há importantes perdas de produção em países como Austrália e alguns países africanos relacionados diretamente aos problemas climáticos.

É importante ressaltar que o Brasil está conseguindo enfrentar a crise dos preços agrícolas por causa da presença de um vigoroso setor de agricultura familiar, que produz 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros e pelas brasileiras. Desde 2003, desenvolvemos uma estratégia de fortalecimento dessa agricultura, com políticas públicas de crédito, seguro agrícola, assistência técnica e extensão rural. Ao mesmo tempo, desenvolvemos e estruturamos uma política nacional de segurança alimentar articulada em torno do Fome Zero. Fomos além, com a institucionalização dessa estratégia por meio da Lei da Agricultura Familiar e da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional. Enquanto o índice dos preços agrícolas internacionais subiu 83% nos últimos 36 meses, a cesta básica brasileira subiu 25% no mesmo período.

O leite, um produto tipicamente de agricultura familiar no Brasil, teve um aumento de preço de 120% no mercado internacional nos últimos 24 meses, mas no País o aumento foi de 25%. Isso se deve ao aumento da produção de leite, que passou de 16 bilhões de litros nos anos 90 para 27 bilhões de litros em 2008, atingindo a auto-suficiência. Fruto de um conjunto de políticas públicas para a agricultura familiar e da reforma agrária.

Outros países que desmantelaram suas políticas de regulação e que voltaram suas agriculturas apenas para o mercado externo estão em crise de abastecimento e inflação. Mas não estamos completamente imunes a esses acontecimentos. Temos de preservar os avanços e evitar possíveis impactos negativos, como diminuição do poder de compra da população mais pobre, concentração e estrangeirização da terra, concentração ainda maior das cadeias de distribuição e priorização da exportação agrícola em detrimento do abastecimento interno.

A solução de longo prazo para garantir segurança alimentar e estabilização dos preços internos passa por um conjunto de medidas estruturais. É necessário garantir uma oferta suficiente de alimentos, e isso se faz fortalecendo ainda mais a agricultura familiar. Também se faz com reforma agrária, que distribui melhor a terra e garante que a terra seja usada para produção de alimentos, e não para especulação. E é isso que estamos buscando. Terra para quem quer trabalhar, produzindo alimentos com qualidade para garantir a soberania e a segurança alimentar de nosso país."


Comentários F.Batista

1) O aumento de preços dos alimentos no mundo é simplesmente a falta de planejamento agricola nos paises que se industrializam. Agora estes paises estão consumindo mais alimentos e vai faltar para os oturos como o caso da china e até mesmo o Brasil. Com o enfraquecimento do dolar frente a outras moedas é o principal fator de encarecimento de produtos, pois com o dolar fraco a OPPE especula o mercado internacional de combustiveis e sente-se ameaçada com a evolução dos biocombustiveis na qual o Brasil é lider.
Achar um "bode espiatório" para o aumento de preços dos alimentos faz parte do capitalismo sustentado pelo petróleo. Querem ver ruir esse império, é só uma questão de tempo.

2) É só surfar no internet para saber que mesmos os países do Primeiro Mundo também estão passando por problemas seríssimos gerados pelo alto custo de comida e da inflação. Na Grã-Bretanha, por exemplo, o sindicato nacional dos policiais está cogitando entrar em greve porque o reajuste salarial não acompanhou a inflação. Naturalmente, a chamada "grande mídia" brasileira não conta nada sobre o que acontece no estrangeiro nesta área porque quer dar a impressão ao povo que só no Brasil acontece este tipo de problema.

Abraço,
Fernando Batista
Madrugada de 04 de junho de 2008.

Brasil permitirá a entrada de carro chinês no Brasil !


O que muitos especialistas da indústria automotiva brasileira temiam aconteceu: os primeiros carros chineses chegam no Brasil até final de agosto. E esse medo tem fundamento. O primeiro automóvel chinês a desembarcar por aqui será o hatchback Ideal, veículo que desbancará o Fiat Mille do posto de modelo mais barato vendido no país. Feito pela Changhe, o compacto será importado pela empresa Effa Motors.
Com 3,56 metros de comprimento, 1,60 m de altura e 1,67 m de largura, o hatch chinês estará disponível somente na configuração de quatro portas e terá preço sugerido de R$ 22.980, isto é, R$ 720 a menos que o Mille. Nesse valor já estão incluídos ar-condicionado, vidros elétricos, CD player, pára-choque pintado na cor do veículo e banco do motorista com regulagem de altura.
Acoplado a um câmbio manual de cinco velocidades, o motor 1.0 a gasolina do Ideal rende a potência de 47 cavalos a 5.000 rpm e torque de 7,3 kgfm, disponíveis entre 3.500 e 4.000 rpm. Números suficientes, segundo dados da montadora, para fazer o modelo alcançar 130 km/h de velocidade máxima e percorrer 20 quilômetros com um litro de combustível. O Ideal leva quatro passageiros e chega disponível em cinco cores - prata, vermelho, azul, verde e branco.

Porém, o ele não será o único chinês por aqui. Além do compacto, a Effa Motors importará dois integrantes das linhas Ultra Light Commercial (ULC) e Pick Up. De acordo com o diretor-superintendente da empresa, José Geraldo Sampaio Moura, os primeiros lotes já foram encomendados. Inicialmente serão 200 unidades do Ideal e outras 200, do ULC. Este lote está vindo da China, mas os demais serão importados do Uruguai,em um acordo automotivo fechado, que permitirá o aumento das exportações do país vizinho para cá. O primeiro veículo a ser importado dentro do novo acordo será o Tiggo, utilitário de pequeno porte que será fabricado no Uruguai a partir de chassis trazidos da China. A previsão é que sejam vendidos para o Brasil 1.500 veículos em 2008, a partir do segundo semestre. Em três anos, a produção uruguaia deve chegar a 10 mil veículos.
Hoje, o Brasil importa US$ 18 milhões em autopeças do Uruguai e exporta US$ 230 milhões em veículos e autopeças. O Ministério do Desenvolvimento espera que, em três anos, as exportações para o Brasil cheguem a US$ 100 milhões.