domingo, 3 de outubro de 2010

Economia - UFPR 65 ANOS! Homenagem dos Ex-alunos Década de 90!

Em 08/10/2010 IV Encontro dos ex-alunos de Economia da UFPR.


Segue um pouco da história de um dos melhores curso de Economia da América do Sul.

O Curso de Economia da Universidade Federal do Paraná foi criado em fevereiro de 1945. Na sua concepção, o Curso de Economia tinha como finalidade principal a formação de profissionais altamente qualificados, suprindo assim a carência desses profissionais no Estado do Paraná, para dar suporte técnico para o desenvolvimento sócio-econômico que o Estado experimentaria no pós-guerra. Ao longo de mais de 60 anos de existência, o Curso de Economia da UFPR já formou mais de 3.000 profissionais em economia. Com a realização em 1971 do primeiro curso de pós-graduação, o Curso de Economia tornou-se o pioneiro nessa área no Estado do Paraná. Foi também pioneiro na implantação do primeiro mestrado e do primeiro e único doutorado em Desenvolvimento Econômico no Estado do Paraná. Desde a sua criação, o Curso de Economia da UFPR tem passado por constantes avaliações e atualizações curriculares no sentido de proporcionar a seus estudantes uma sólida formação teórica e instrumental capacitando-os para interpretar as transformações pelas quais a sociedade vem passando, assim como qualificando-os para intervir nessa realidade.

CARACTERIZAÇÃO PROFISSIONAL

O que norteia o perfil do profissional que o Curso de Economia elege como sua marca institucional é o compromisso assumido implícita e explicitamente com a sociedade. Levando-se em conta que a Economia é uma Ciência da Sociedade, a formação do profissional de economia deve ser capaz de atender as variadas demandas da sociedade em toda a sua complexidade e heterogeneidade. Um projeto pedagógico para o Curso de Graduação em Economia deve, portanto, levar em consideração o caráter plural da sociedade e abranger as diversas áreas do conhecimento em economia. Considerando-se os objetivos do curso, o profissional que se pretende formar deve ser capaz de: a) atuar com competência, tanto no Setor Público (nas áreas de pesquisa, planejamento, formulação e acompanhamento de políticas públicas), quanto no Setor Privado (nos segmentos da indústria, comércio, agropecuária e financeiro); b) situar-se de maneira objetiva no âmbito das conjunturas estaduais (rural e urbana), nacional (inclusive regional) e internacional; c) diagnosticar e delinear problemas, assim como construir soluções no campo da micro e da macro economia; d) perceber com elevado senso crítico as rápidas transformações (na tecnologia e no emprego) pelas quais o ambiente econômico e social vêm passando; e) ler, compreender e interpretar os fenômenos econômicos e sociais contemporâneos (o desenvolvimento e o subdesenvolvimento), sob os diferentes paradigmas, tanto na sua aparência quanto na sua essência; f) assumir de maneira responsável uma posição crítica face ao caráter dogmático e apologético das abordagens econômicas tradicionais.



SIGNIFICADO DO SIMBOLO DE ECONOMIA

PRIMEIRO CONJUNTO
I - Folha de acanto: Posto que acoimada de ser planta exótica, lembra, entretanto, uma época de notável fulgor histórico - a arte helênica. A beleza de seu limbo conferiu-lhe o poder da imortalidade, através do censo estético de Calimico.

II - Globo: o Universo, o Mundo

Significado do primeiro conjunto: A administração universal. A Ciência da Administração, abrangendo a todo o mundo. A Ciência Universal.

SEGUNDO CONJUNTO
I - Cornucópia: Fortuna, Riqueza, Economia, Fartura, Abundância.

II - Roda Dentada: A Indústria, estágio mais adiantado da civilização contemporânea.
Significado do segundo conjunto: A indústria como geradora da riqueza. A Economia povos. A abundância decorrente do trabalho industrial. O processo indefinito da máquina como processo civilizador e propulsor do progresso.

UFPR Rumo aos 100 anos


Um pouco da História dessa gigante que esta para completar 100 anos.

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a mais antiga instituição de ensino com concepção de universidade do Brasil, fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná.
Em 1920, por conta de política do governo federal, a Universidade foi desintegrada e passou a se constituir em faculdades isoladas até 1946, sendo reintegrada neste ano e depois "federalizada" em 1951, quando passou a ser uma instituição pública a oferecer ensino gratuito.
Atualmente as instalações da universidade estão distribuídas em vários pontos da cidade de Curitiba e em outras cidades do Paraná. A instituição possui 77 opções de cursos de graduação, 124 de especialização, 41 de mestrado e 26 de doutorado. A Universidade adota desde 2004 em seu concurso vestibular o polêmico sistema de cotas - 20% das vagas de cada curso para estudantes oriundos de escolas públicas e 20% para alunos negros e pardos.
Em 1892[3] o intelectual paranaense José Francisco da Rocha Pombo colocaria, no Largo Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, infelizmente, foi frustrado pelo Movimento Federalista que impediu a criação da universidade.
Vinte anos depois, em 1912, o estado contava com um reduzido número de intelectuais (apenas nove médicos e quatro engenheiros) mas se desenvolvia muito devido a produção da erva-mate.
Além disso, um acontecimento à época fez com que as lideranças políticas se empenhassem ainda mais pela criação de uma universidade; no episódio conhecido como Revolta do Contestado o Paraná havia perdido uma grande faixa de terras para Santa Catarina. Nesse contexto, Victor Ferreira do Amaral, deputado e diretor de instrução pública do Paraná e Nilo Cairo da Silva lideraram a criação efetiva da Universidade.
Em 19 de dezembro de 1912 a universidade foi fundada[3], e em 1913, num antigo prédio da Rua Comendador Araújo, residência do ervateiro Manoel Miró, iniciou suas atividades como instituição particular. Os primeiros cursos ofertados foram os de Ciências Jurídicas e Sociais, Engenharia, Medicina e Cirurgia, Comércio, Odontologia, Farmácia e Bioquímica. O primeiro aluno e primeiro funcionário foi o alagoano Oscar Joseph de Plácido e Silva. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral, que foi também o primeiro reitor, deu iniciou à construção do prédio central em um terreno doado pela prefeitura. Então, com a recessão econômica causada pela Primeira Guerra Mundial vieram as primeiras dificuldades.
Em 1920 uma lei federal determinou o fechamento das universidades - o governo federal desaprovava iniciativas independentes nos estados. Mesmo assim, de forma contraditória, o governo criou a Universidade do Rio de Janeiro (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro). A solução encontrada à época para evitar o fechamento da instituição foi o desmembramento da UFPR em várias faculdades.
Por vários anos houve uma longa luta para restaurar a universidade. Somente no início dos anos 50 as faculdades foram reunidas novamente na Universidade do Paraná, pouco antes da federalização. Assim, com luta, a UFPR chegou até os nossos dias.
A construção localizada na Praça Santos Andrade iniciou-se em 1913, um ano depois da fundação da Universidade. O projeto do engenheiro militar Baeta de Faria consta de apenas um bloco de cinco andares e uma cúpula central. A inauguração deu-se em 1915.

Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.
Sete anos depois, em 1923, houve a ampliação com a construção das blocos laterais, conforme o projeto original. O setor direito fica pronto em 1925 e passou a abrigar o curso de Engenharia. No ano seguinte é concluído o setor esquerdo, que recebe o curso de Odontologia.
Que daria origem após alguns anos à chamada Associação Brasileira de Odontologia (Secção Paraná ABO - PR). Novas ampliações foram realizadas no lado direito e o prédio recebeu uma nova pintura em 1940.
Foram feitas mais obras estendendo o prédio no sentido da Rua XV de Novembro que ficaram prontas em 1951. Um ano depois novas obras no setor direito, obrigam a demolição de parte da fachada lateral construída em 1940.
Em 1954 o edifício passou a ocupar uma quadra inteira, entre a Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Rua Presidente Faria e Travessa Alfredo Bufren. As últimas modificações foram feitas, apóś tantas ampliações uma nova fachada com muitas colunas e uma ampla escadaria foi projetada e a cúpula coberta foi retirada. A inauguração da obra com 17 mil metros quadrados em estilo neoclássico, ocorreu em 1955.
No ano de 1999, o prefeito de Curitiba assinou a lei que transformou o edifício no símbolo oficial da cidade.


Linha do Tempo

1869 – Fundação da Escola Técnica
A história da Escola Técnica é mais antiga do que a da UFPR. Inicialmente uma escola da Colônia Alemã de Curitiba, que passou a chamar-se Colégio Progresso em 1914 e doada a UFPR. Em 1974, foi anexada à Universidade como órgão suplementar. Em novembro de 1997 foi classificada como unidade integrante da UFPR.

1892 – Lançada a pedra fundamental da Universidade do Paraná
Em 1892 Rocha Pombo, político e historiador, colocava no Largo Ouvidor Pardinho a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, no entanto, não foi adiante devido ao Movimento Federalista e à Guerra do Contestado.

19 de dezembro de 1912 – Fundação da Universidade do Paraná
Victor Ferreira do Amaral e Silva, que era médico, deputado e diretor de Instrução Pública do Estado, liderou a criação efetiva da Universidade, sob o lema Scientia et Labor – Ciência e Trabalho.

30 de agosto de 1913 – Lançada a pedra fundamental do Edifício Central
Em terreno doado pela prefeitura – atualmente a Praça Santos Andrade – Victor Ferreira
do Amaral e Silva iniciou a construção do Prédio Central da Universidade do Paraná.

1940 – Edifício Carlos Cavalcanti
O curso de Agronomia surge em 1915 e em 1940 é instalado no Edifício Carlos Cavalcanti, construído cinco anos antes no programa de Escolas para Trabalhadores Rurais.

4 de dezembro de 1950 – Federalização da Universidade do Paraná
A Universidade torna-se uma instituição pública, oferecendo ensino gratuito e garantindo sua consolidação e expansão.

1953 – Construção do Hospital de Clínicas
Entre as comemorações do Centenário da Emancipação Política do Paraná, a construção do
Hospital de Clínicas da UFPR representou uma obra de engenharia das mais completas.

1955 – Remodelação e ampliação do Edifício Central
Marcado pelo estilo Neoclássico, o prédio na Praça Santos Andrade renasce como uma das mais belas obras arquitetônicas do País. A reforma visava à inserção de outros cursos universitários no espaço, que era ocupado em sua grande maioria pelo curso de Medicina. Atualmente o Prédio Central da UFPR é o símbolo de Curitiba.

1956/1958 – Construção do Complexo da Reitoria
O Conjunto da Reitoria foi planejado inicialmente para abrigar os cursos de Filosofia, Ciências e Letras. Em 1962, ano em que a Universidade do Paraná comemorava meio século de existência, mostrava que estava acompanhando os processos modernos.

1961 – Inauguração do Centro Politécnico
Engenharia, tecnologia e modernidade foram empregados nos 500 mil metros quadrados de espaço doados pela prefeitura, onde continuam sendo construídos espaços de ensino, convivência e desenvolvimento. Ao longo de quatro décadas, o Centro Politécnico foi a área preferencial de expansão da UFPR e atualmente sedia 19 cursos de graduação.

1994 – Inauguração do Campus Jardim Botânico
O campus comporta as mais recentes edificações da UFPR e sedia os setores de Ciências da Saúde, Escola de Florestas e Ciências Sociais Aplicadas, sendo este último o prédio mais recente do complexo, inaugurado no ano letivo de 2002.

2004 – Ex-reitor Riad Salamuni dá nome ao complexo da Escola Técnica
Um dos grandes defensores da Escola Técnica da Universidade Federal do Paraná, o reitor Riad Salamuni é homenageado e empresta seu nome para esse complexo educacional.

2005 – Inauguração da UFPR Litoral
O mais novo campus da UFPR, que comporta cursos profissionalizantes (pós-médio) e de graduação, tem como objetivo principal formar cidadãos e profissionais que irão promover o desenvolvimento socioeconômico do litoral do Paraná.

domingo, 14 de março de 2010

Melhora a qualidade de vida do Brasileiro


É possível reduzir a mortalidade infantil, diminuir a pobreza, fazer com que a educação chegue a uma parcela maior da população sem grandes investimentos financeiros e sem a necessidade de ações extremamente complexas. Em todo o País, a sociedade civil tem se organizado e conseguido bons resultados em prol do desenvolvimento humano. Iniciativas assim estão retratadas em um livro que será lançado amanhã, em Salvador, pelo Programa dos Voluntários das Nações Unidas (UNV).

A publicação, cujo título é 50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo, traz projetos consagrados, capitaneados por instituições de renome, e o trabalho de instituições pequenas e com pouco dinheiro. “Temos bons exemplos de iniciativas desenvolvidas com recursos escassos, que tiveram grande impacto”, afirma o coordenador do UNV e da publicação, o sociólogo Dirk Hegmanns.

O objetivo do livro é apontar caminhos para que o Brasil alcance os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, fixados pela ONU e ratificados por seus 191 Estados-Membros para serem cumpridos até 2015. Entre eles estão erradicar a extrema pobreza e a fome, atingir o ensino básico universal, além de reduzir a mortalidade infantil e melhorar a saúde materna. Hegmanns e sua equipe tentaram produzir um material que permita que outras organizações reproduzam as experiências. Para isso, a apresentação de cada iniciativa traz metodologia do trabalho, inovações, resultados alcançados e lições.

Para chegar a essas 50 práticas, um comitê buscou informações sobre os projetos e levou em consideração a sustentabilidade da ação, a possibilidade de replicá-la e o envolvimento de voluntários. O livro, com tiragem de 5 mil exemplares, será distribuído a parceiros da ONU e instituições interessadas. Nos próximos dias, uma versão eletrônica estará na internet. Para o sociólogo, o Brasil é um dos países que podem alcançar os objetivos até 2015. “Em itens como educação e combate à aids, o País está bastante avançado. Mas o combate à pobreza e à desigualdade entre homens e mulheres ainda é frágil.”

Em São Paulo, um dos casos relatados é o da Associação de Anemia Falciforme, que usou como trunfo a informação. A doença é genética, hereditária, incurável e com alta taxa de mortalidade quando não diagnosticada a tempo. Há 13 anos, a entidade produz material sobre a doença, luta por políticas públicas e dá suporte às famílias. Com o trabalho, não houve mortes entre crianças com até 5 anos assistidas pela entidade enquanto a média nacional varia de 25% a 30% de óbitos em casos sem tratamento. “Nosso trabalho é decodificar a linguagem médica”, diz Berenice Kikuchi, presidente da entidade.

fonte: Agência do Estado

sábado, 1 de agosto de 2009

O BRASIL SECRETO DO FUTURO?

Diante da certeza de que eles vencerão que jamais pagarão por seus crimes, que continuarão ricos e corruptos, e até mesmo respeitáveis, resta-nos ridicularizar suas figuras toscas, seus figurinos grotescos, seus cabelos tingidos, suas caras botocadas.
Para que suas esposas e amantes leiam, e seus filhos se envergonhem deles no colégio.
Como nós nos envergonhamos todo dia. (Nelson Motta)








sexta-feira, 26 de junho de 2009

MEGA-SENA +DE R$ 55 MILHÕES.SÍNDROME OU REALIDADE!


Você conhece alguém que já jogou na Mega-Sena? Será que essa pessoa ganhou? E você, já jogou? Acredita que um dia ainda vai ganhar? Estou escrevendo este artigo para pedir que você tome cuidado com a síndrome da Mega-Sena. Ela pode estar mais perto do que você imagina. Existem alguns sintomas que apontam por onde ela está. Um deles é o slogan da loteria que diz o seguinte: “O jogo que oferece os maiores prêmios para você. Duas vezes por semana, você tem a chance de se tornar milionário”. As filas para concorrer ao prêmio de 40 milhões também são indícios. Não estou aqui para criticar a Mega-Sena, mas para refletir se este padrão de delegar a responsabilidade pela sua rentabilidade financeira não se repete em outras áreas da sua vida.
Acredito plenamente que você tem a chance de ganhar, no entanto, é uma chance em 50.063.860 (mais de 50 milhões).
A pergunta é: “Você prefere ficar a vida inteira tentando ganhar na Mega-Sena para ser milionário e correr o risco de morrer frustrado, ou prefere trabalhar duro e desfrutar da sua realidade? Acredito que é mais fácil aprender a ganhar um real por vez e depois ganhar milhões de vezes. O segredo é assumir o controle pela sua vida financeira.
Há alguns indivíduos que ainda ficam acreditando apenas no famoso pensamento positivo. Mas será que apenas isso basta? Tenho certeza que não. Prefiro encarar a realidade e entrar em ação para ficar milionário. Vale a pena refletir sobre quantos milionários que você conhece ganharam na Mega-Sena. Pelo menos 99% suaram a camisa para se tornarem quem são, pra terem o que têm, e para fazerem o que fazem. Quero aproveitar a oportunidade para dizer uma coisa: Se você é aquele que fica apenas investindo na Mega-Sena e não faz nada de extraordinário na sua vida, caia na real e faça o que é preciso. Encare a sua realidade. Deixe de corpo mole. Pare de esperar as coisas caírem no seu colo. Faça as coisas acontecerem!
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o número de desempregados em julho de 2007, nas seis maiores regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo) foi de 2,2 milhões.
Por outro lado, segundo os cálculos do IBGE, o país gerou cerca de 603 mil novos postos de trabalho nos últimos doze meses nas seis maiores cidades
do país.
Você se enquadra nos 2,2 milhões de desempregados ou aproveitou a oportunidade dos 603 mil postos de trabalho e conseguiu um trabalho digno?
Quando alguém me diz que está difícil arrumar um emprego, costumo perguntar: Você está procurando um emprego ou um trabalho? Pode parecer a mesma coisa, entretanto, existe uma diferença sutil na representação destas palavras. Emprego refere-se a ter uma função, um cargo, ou seja, é onde o indivíduo está empregado. Trabalho refere-se ao esforço físico, mental ou intelectual para fazer ou conseguir alguma coisa. Trabalho é esforço, luta, ter uma ocupação, uma tarefa a ser cumprida.
O filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau certa vez refletiu: “A temperança e o trabalho são os dois melhores remédios do homem”. O pensador chinês Confúcio foi mais fundo: “Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia em sua vida”. Para encontrar um trabalho, seja em uma organização ou no seu próprio negócio, comece amando a si mesmo e ame fazer as coisas acontecerem. Ame obter resultados. Caso não ame de verdade, trate pelo menos de começar a gostar. Caso você esteja trabalhando e não ama o seu trabalho, peça as suas contas e encontre um trabalho na qual você possa colocar o seu amor.
A maioria das pessoas desempregadas que encontro no dia-a-dia buscam um emprego e querem a qualquer custo ganhar dinheiro. Porém, poucas delas estão dispostas a dedicar a sua energia ao trabalho verdadeiro. Percebo que poucas são aquelas pessoas dispostas a começar de baixo, galgar degrau por degrau e, se for necessário, recomeçar. É fundamental aproveitar o momento presente e ter humildade para aprender sempre.
Já dizia Sêneca: “Se aproveitares bem o dia de hoje, dependerá menos do dia de amanhã”. Permita-se aprender uma coisa diferente hoje, assim, poderá aprender algo melhor no dia de amanhã.
A baronesa Margaret Thatcher, ex-primeira-ministra britânica certa vez disse: “Não conheço ninguém que tenha chegado ao topo sem muito trabalho. Essa é a receita. Nem sempre você chega ao topo, mas certamente chega perto”.
Descobri uma coisa para chegar ao topo. Basta transformar cada dia em um topo diferente, ou seja, um aprendizado diferente. Faça isso e verá os resultados na sua realização pessoal e profissional. Você pode chegar a ser o presidente de sua empresa, pode alavancar seus negócios de forma extraordinária, mas antes precisa ser melhor a cada dia no seu trabalho.
Você pode estar pensando o seguinte: “Eu tenho um trabalho digno e me esforço para obter os meus resultados, mas jogo na Mega-Sena. Qual o problema?”. Eu diria: “Nenhum. Se você faz isso ótimo! Porque a Mega-Sena passa a ser mais uma oportunidade que pode contribuir com a sua riqueza, mas perceba que ela não é tudo”.
A grande sacada é assumir a responsabilidade pelos seus resultados. Se você trabalhar verdadeiramente, se emprenhar e encarar a realidade, a probabilidade de você ficar milionário é bem maior que se você apenas jogar na Mega-Sena.
O capitão da marinha inglesa John Andrew Smith, defendia o pensamento “Quem não trabalha não come”. Portanto, trabalhe muito pelo resto de sua vida.
Já que estamos falando de síndrome, compartilho alguns antídotos para ela: Assuma a responsabilidade pelos seus resultados, seja pró-ativo, entre em ação e, principalmente, empregue seus talentos físicos, mentais e intelectuais para gerar riqueza.
A riqueza envolve o conhecimento, o dinheiro, o amor, entre outros pontos. Desafio você a encontrar as riquezas que já estão presentes na sua vida.

Previna-se! Os antídotos estão a sua disposição!

Talvez o melhor antídoto seja reconhecer as suas riquezas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MICHAEL JACKSON, SIGA EM PAZ !


Volto a escrever para homenagear uma pessoa que acaba de nos deixar: MICHAEL JACKSON !!
Estou ouvindo ele nesse momento e escrevendo. Graças a Deus tive o prazer conhecê-lo vivo, inspirador, um poeta da velha guarda, posso dizer isso, pois já passei dos 35 e os melhores anos de minha vida foram seguidos por esse mito, por essa lenda da musica que mudou uma geração que trouxe esperança e sonhos. Esse cara mudou uma sociedade, o que seria do chamado "anos perdidos de 80 sem esse homem". Meus piores e melhores momentos sempre vinham acompanhando de uma canção de Michael, era incrível o sucesso, seus vídeos, suas canções que passavam sempre aos domingos em novos vídeo-clip no Fantástico, sua forma de dançar era inigualável. Suas musicas nos contagiavam, e contagiam até hoje. Foi o sonho americano que se tornou o sonho de um mundo, de um mundo melhor. Quantas namoradas eu beijei nas festinhas do final de 80 inicio de 90 embalado pelas baladas de Michael.... Que saudades de tudo.

Penso que o mundo seria um lugar mais triste sem Michael Jackson. Hoje com certeza ele esta mais triste.
Gostaria de ter o conhecido pessoalmente, não foi possível, mas só a lembrança do que ele já fez para o mundo me dou por satisfeito.
Vá com Deus meu amigo e descanse em paz!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

PARA REFLEXÃO E... AÇÃO .



A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país.
Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de
2000 anos e são pobres.
Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram
inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos
naturais disponíveis.
O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial.O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas tem o melhor chocolate o mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o tranformou na caixa forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa.
Qual é então a diferença?
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura.
Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.
Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
SOMOS ASSIM, POR QUERER LEVAR VANTAGENS SOBRE TUDO E TODOS.

SOMOS ASSIM POR VER ALGO DE ERRADO E DIZER: “DEIXA-PRA-LÁ”

DEVEMOS TER ATITUDES
E MEMÓRIA VIVA..

SÓ ASSIM MUDAREMOS
O BRASIL DE HOJE.
Se você ama o Brasil procure fazer circular esta mensagem para que mais pessoas reflitam sobre isto e MUDEM !

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Metas para 2009: Serei capaz de cumpri-las?



Metas para 2009: Serei capaz de cumpri-las? Veja a saída

por Carlos Hilsdorf

Com as festas de final de ano, especialmente o Réveillon, vêm sempre os votos, promessas e esperanças para o ano novo.

Quem já viveu o bastante e observou o suficiente, já percebeu que é imensa a quantidade desses propósitos e promessas de ano novo que não se cumprem nos 365 dias que se seguem. Refletir sobre as causas dessas desistências é de vital importância para a nossa tão desejada maturidade emocional.
"O ano novo começa muito antes da passagem de meia-noite no dia 31 de dezembro; começa quando você começa a planejá-lo e a ter a coragem de olhar para si mesmo e ver as mudanças necessárias para você sair do lugar em que se encontra e caminhar efetivamente para o lugar que deseja alcançar"“No ano que vem tudo vai ser diferente!” Essa frase é lugar-comum entre os esperançosos que pensam que a mudança do dia 31 de dezembro do ano atual para o primeiro de janeiro do próximo ano representa uma data mágica onde tudo se transforma em um passe de mágica.

Bom, vale lembrar que mágica é ilusão e, portanto, os que esperam acordar no dia primeiro de janeiro do ano novo em um mundo diferente estão simplesmente iludidos.
Em parte a afirmação de que “no ano que vem tudo vai ser diferente” é verdadeira, já que não existem dois anos, dois dias, dois segundos iguais, porém a sensação de incompletude e o desapontamento experimentado por quem muito desejou mudanças e pouco se dedicou a implantá-las fará com que todos os anos se pareçam iguais – todos uma enorme quantidade de tempo perdido.

Não há ano verdadeiramente novo, no sentido de evolução em nossas vidas, sem que haja um novo ser, ou seja, uma nova maneira de ser.

Nossas conquistas não são realizadas pelos nossos sonhos e desejos. Eles apenas nos orientam para a busca das conquistas, mas a vitória depende de atitude e disciplina.

Sonho sem atitude é delírio e, todo delírio será, um dia, um pesadelo.

O pesadelo recorrente na vida de muitas pessoas é perceber que mais um ano se passou e “você está no mesmo lugar”. Bom, estar no mesmo lugar é característica de quem não caminha, não se move e não avança. O tempo não avança por você, ele avança e deixa você para trás.

Viver o tempo é diferente de passar o tempo ou observar o tempo passando...

Acorde e viva!

Promessas são palavras até começarem a ser cumpridas por nossas atitudes. Não basta decidir, é preciso agir. E agir rápido, começando agora. O ano novo começa muito antes da passagem de meia-noite no dia 31 de dezembro; começa quando você começa a planejá-lo e a ter a coragem de olhar para si mesmo e ver as mudanças necessárias para você sair do lugar em que se encontra e caminhar efetivamente para o lugar que deseja alcançar.

Só há ano verdadeiramente novo para pessoas novas. Renascer é isso, é deixar o que ficou para trás e caminhar para o que está a sua frente.
Do passado, traga somente boas lembranças e aprendizado. Mágoas, tristezas e frustrações deverão ser perdoadas, esquecidas e substituídas por sentimentos, emoções e vivencias superiores.

Neste novo ano que se inicia faça um 2000-i-nove. Isso, faça diferente! Inove! Não faça promessas e votos, planeje e comece imediatamente a executar!

O valor que você dá ao tempo é o valor que você dá a sua vida. Não deixe para o ano que vem. Nada de ilusões, busque a realidade, busque trabalhar humilde e sinceramente na construção de uma nova e melhor versão de si mesmo.

Um feliz ano novo dependerá de uma pessoa feliz. Nenhuma pessoa será feliz se sua auto-estima não estiver elevada e, para elevá-la você precisa dar a si mesmo avaliações melhores. Você começa a se avaliar melhor quando começa a cumprir com sua missão pessoal, quando para de adiar as coisas mais importantes, quando passa a priorizar a vida...

Para ser uma pessoa feliz execute mais do que promete, preencha sua vida com atitudes vencedoras e não com desculpas nobres para atitudes pobres. Excesso de desculpas demonstra fuga, irresponsabilidade e retrocesso. Avance.

Com certeza o novo ano que se inicia trará infinitas oportunidades potenciais, mas oportunidades não são nada, a não ser que você as aproveite.

Seu ano novo começa no exato momento em que o “novo você” começa a fazer grandes conquistas na esfera do que vale a pena conquistar na vida.
Conquiste o direito de ser feliz, dominando sua vontade de adiar e desistir das coisas mais importantes da sua vida.

Feliz início de ano novo!

Feliz Pessoa Nova no ano que se inicia!

Um 2009 onde você renove o que precisa renovar, inove o que precisa inovar e abandone o passado para construir o futuro!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008



O Corinthians anuncia o lançamento do livro “A Saga Corintiana
A maior prova de amor da Fiel ao Timão”, do jornalista Luís Augusto Simon, mais conhecido como Menon.

A obra narra em detalhes o período que engloba a queda do Corinthians para a Série B, em 2007, até o triunfal retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.

Neste documento histórico sobre o vitorioso caminho do Timão para voltar à Série A, Menon reuniu informações de bastidores de todos os jogos e personagens da saga corintiana.

O texto de apresentação do livro é do corintiano e jornalista Juca Kfouri, que destaca a originalidade do projeto. “Eis que o diligente Menon tratou de retratar cada um dos 38 passos, que começaram a ser dados no Pacaembu e terminaram em Natal. E tome aulas de geografia, de política, de história, dos personagens envolvidos, inclusive, e de futebol.
Com textos leves, bem amarrados, gostosamente narrados, a ponto de fazer das férias forçadas da vitrine maior um alegre convescote, como se o Corinthians tivesse encarnado a simpática figura que tira dos ricos para dar aos pobres.”

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

SALVADOR, PARA APRENDER E SE DIVERTIR!



Esse texto foi enviando por um grande amigo, seu nome é GUIOTTI.

É um texto show de bola, você vai se divertir.



Divisão Física: A Bahia se divide entre Cidade Baixa e Cidade Alta.

Na Cidade Alta está Pituba/Itaigara/Iguatemi: é o que importa. A única parte civilizada da cidade é o resultado de um prefeito que construiu uma avenida e ficou com preguiça de fazer o resto.

Centro Histórico: Consiste em Barra, Ondina, Pelourinho e adjacências. É habitado somente uma vez por ano, no carnaval. Durante o resto do ano, somente turistas têm a disposição de subir as ladeiras do Pelourinho para ver o Elevador Thiago Lacerda ligar o nada com lugar nenhum.

Norte: A cidade é limitada ao Norte pelo time do 'Jaía', bem pertinho do Bompreço. Mais ao Norte, é onde ficam as praias. Oficialmente começa em Jaguaribe (uma praia) e termina em Vilas do Atlântico (outra praia), passando por Itapoã (Outra praia que ninguém sabe como se escreve, Itapoan, ou Itapoã). Seu acesso se dá pela Avenida Orlando Bloom, que tem a maior média de assalto do país: 2 assaltos por pessoa, por minuto.

Brotas: É a Brooklin soteropolitana. Um núcleo de resistência independente. Tem dialeto, moeda e governo próprio. Precisa de passaporte pra cruzar a fronteira.

Cajazeiras: Não confundir com 'cachaceiras'. Começa em Cajazeiras 1 e vai até Cajazeiras 15785. Também tem vida própria e até hoje ninguém descobriu como chegar até lá.

Ribeira: Tem sorvete na sorveteria da Ribeira, indicada pelo Guia Veja em mil novecentos e bolinha.

Liberdade: É um dos bairros mais importantes de Salvador, por conter passagens secretas que desafiam as leis da física e confirmam a teoria da quarta dimensão.

Feira do Rolo: Local onde você compra o que quiser e quando quiser. É um supermercado, que sempre tem o que você procura. Lá existem coisas como fósseis de pterodáctilos, órgãos para transplantes, animais em extinção (qualquer um, de tigres dentes de sabre a mutantes), armas que nem a polícia tem e objetos que foram roubados da sua casa.

Divisão Química: Salvador é composta por átomos de Hidrogênio, Axé e Dendê.

História:Idade Antiga: Melhor perguntar a Dona Canô.

Idade Média: Em seus Feudos, os caciques Tupinambás exploravam os camponeses, num regime conhecido como vassalagem. Foi a época dos grandes torneios de miserês, piriguetes e tingalagatingas.

Idade Contemporânea:
1798 - Nasce ACM
1815 - É inventado o Trio Elétrico e o carnaval é descoberto
1830 - ACM vira imperador da Bahia(...)
1990 - Ivete Sangalo lança 1º CD.
1991 - Ivete Sangalo lança 2º CD.
1992 - Ivete Sangalo lança 3º CD.
1993 - Ivete Sangalo lança 4º CD.(...)
1996 - Começam as obras do metrô de Salvador, projeto para 2004. Surge em Salvador a primeira música que não é Axé, o Arrocha.
2005 - O arrocha é esquecido.

Previsões:
2090 - Ivete Sangalo lança 80º CD.
2090 - O metrô é inaugurado.
2093 - Morre em Salvador Ivete Sangalo.
3091 - Morre em Salvador ACM Neto.
3099 - ACM ressuscita
3666 - ACM assume ser o anti cristo: Anti Cristo Miserável.

Clima, Vegetação e Hidrografia: Em Salvador, faz calor. Há apenas duas estações: o verão e a de trem.
A vegetação da cidade consiste em coqueiros. O principal rio chama-se Cocô Beach, e fica no bairro do Costa Azul.

Depois do fracasso do Bahiazul, estuda-se a possibilidade de mudar o nome do bairro para Costa Marrom, ou Costa Negra.

Cultura: Não se pode esquecer que Salvador sedia a maior manifestação cultural popular do mundo: o Carnaval. É nessa época que o soteropolitano gasta a energia do ano todo, correndo atrás do trio, correndo atrás de mulher ou correndo da polícia. O carnaval é tão importante para o baiano que, para não ter que esperar um ano inteiro, já se inventou uma série de festas como Festival de Verão, BonfimLight, Babado Elétrico, Trivela, Ensaio Geral, Piu-Piu, 02 de julho, Lavagem de Ondina, Lavagem do Beco e muitas outras lavagens.

Língua: Em Salvador é falado o Baianês, que conta com seu próprio alfabeto: A Bê Cê Dê É Fê Guê H I Ji Lê Mê Nê O Pê Quê Rê Si T U V X Z.Ao contrário do que muitos pensam, o Baianês não é falado lentamente, mas sim cantado. Não existe também o gerúndio: o 'd' é excluído no 'ndo', o que resulta em 'falano', 'correno', ao invés de falando e correndo. A letra G (fala-se Guê), também não é usada na maioria das frases, quanto tem som de J (Ji), dando lugar ao R (Rê). Simplificando: A gente - fala-se 'Arrente.'Mas, em alguns casos, também a letra S pode ter o som de R (Rê), de forma que a frase 'As camisas das mulheres' vira 'Ar camisa dar mulé.'

Algumas frases cotidianas:

'Colé, meu brodi!' = Olá, amigo!
'E aí, pai?' = Olá, amigo!
'Fala nigrinha!' = Olá, amigo!
'Diga aê, seu xibungo!' = Olá, amigo!
'Faaaaala minha puta!' = Olá, amigo!
'Colé miserê!!' = Olá, amiigo!
'Diga aê, disgraça!' = Olá, amigo!
'Diga aê negão!' (não importa a cor do amigo) = Olá, amigo!
'Ô véi!' = ô, amigo!
'Colé de mermo?', 'Oxe!' = Todo baiano usa essa expressão para tudo, mas um forasteiro nunca acerta quando usa.
'Lá ele!' = Eu não, sai fora! (Ou qualquer outra situação da qual a pessoa queira se livrar.)

Transportes: Os soteropolitanos contam com um sistema de transporte público extremamente pontual que nunca se atrasa para o dia seguinte. O metrô, por exemplo, até agora nunca teve nenhum caso de atraso, a não ser os 10 anos de obra, ainda não concluídos.Salvador também tem o único metrô que passa por cima da cidade ao invés de por baixo (alguns dizem que a Disney está querendo comprá-lo, pois é a maior montanha russa do mundo.)

Moda: Salvador é a única cidade em que o Reveillon está sempre na moda. Todo mundo veste branco o ano inteiro, a não ser no carnaval, quando a única vestimenta usada é o abadá. Lojas de moda não lucram em Salvador, pois os ingressos das festas já vêm com a camisa.

Economia:
Só se sabe que o baiano nunca tem dinheiro para nada. Mas sempre sobra pra bebida e pro Chicretão.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

BARBÁRIE: MATANÇA DE BALEIAS NA DINAMARCA

as imagens são fortes

As Ilhas Faroe ou “Ilhas das Ovelhas” são um território autônomo da Dinamarca, parte da Europa, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia. O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47 mil pessoas em uma área de 1.499 km². Na ilha maior - Streymoy - está localizada a capital, Tórshavn. Nesse local, como se vê, ligado à próspera e desenvolvida Dinamarca, é realizado um evento, todos os anos, que inclui encurralar centenas de baleias à beira d´água, para depois ter o prazer de exterminá-las a golpes de facas.

Crianças costumam ser dispensadas das escolas nesse dia, para acompanhar o “divertimento”, que funciona como uma espécie de ritual de passagem dos rapazes à idade adulta. Já circula uma petição na internet pedindo providências para acabar com tal barbárie. “Essa caça esportiva é uma prática que foi abandonada em todo o mundo há muitas décadas, e agora é considerada ilegal em muitos outros países europeus”, diz o texto da petição.“Os habitantes das Ilhas Faroe não têm necessidade da carne de baleia para a subsistência, e muito da carne é deixada para apodrecer e é jogada fora." Ela não pode ser exportada, pois está poluída com metais pesados e outras toxinas e, assim, não atende os padrões de saúde da União Européia para alimento para consumo por humanos”. segue o link da petição on line: http://www.thepetitionsite.com/1/end-whale-dolphin-slaughter-in-the-faroe-islands






quinta-feira, 25 de setembro de 2008

BRASIL - SALVADOR - BAHIA 2008









terça-feira, 9 de setembro de 2008

GOLPE DA IMPRENSA!

Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

O Lixo Por Trás da CPI dos Grampos! Porque Não Aparece Essas Histórias na "Grande" Mídia?


PROCURADOR-GERAL NÃO COMPRA “ESTADO DE DIREITA” DE MENDES

Leia a seguir o último parágrafo de uma reportagem do jornal Valor feita em agosto de 2008. Sobre o papel corajoso do procurador-geral Antônio Fernando de Souza no debate do Estadão, em que se tornou difícil distinguir o Supremo Presidente do Ministro Abelardo Jurema. Nem tudo está perdido:

Chefe maior do Ministério Público brasileiro, Antonio Fernando se contrapôs a ambos: "Não creio que seja apenas a mudança de uma lei que vá alterar a situação existente, até porque não conheço a existência de enormes desvios. Há casos pontuais, seja no Ministério Público, seja no Judiciário, seja em outras instâncias, que estão sendo apurados". E completou: "Não se pode, a pretexto de enfrentar um desvio pontual, querer obstacularizar ou imunizar determinadas instituições. Se houver essa iniciativa e se ela se concretizar, que seja para preservar a capacidade e as garantias das instituições predispostas à investigação". Sobre os vazamentos, Antonio Fernando disse que integrantes de diversas instituições -Ministério Público, Polícia Federal, Judiciário e advogados- têm acesso a dados sigilosos. "Há dificuldade de verificar a autoria dos vazamentos. Precisaria de um critério para selecionar quem manuseia os dados". Questionado se havia descontrole das ações policiais, finalizou: "O MP não concorda".

O DEPUTADO MARCELO ITAGIBA TENTA MANIPULAR A RELAÇÃO DE TODOS OS GRAMPEADOS - POR ORDEM JUDICIAL - NO BRASIL.

. O deputado Marcelo Itagiba preside a CPI do Grampo.
. A CPI do Grampo é uma extensão do Supremo Presidente Gilmar Mendes.
. A CPI do Grampo nasceu para limitar o uso do grampo pela Polícia Federal.
. E, no limite, impedir que rico branco seja grampeado.
. Quem é Marcelo Itagiba, esse obscuro deputado pelo Rio de Janeiro ?
. Um delegado da Polícia Federal, que participou ativamente da Operação Lunus, montada na Polícia Federal, no Governo do Farol de Alexandria, para desconstruir a candidatura de Roseana Sarney.

. Marcelo Itagiba era o chefão da PF no Rio, quando o Farol, Serra e Daniel Dantas – este é a contra-face dos outros – mandaram transferir para a Ilha do Diabo o delegado Deuler Rocha, que investigava uma das primeiras (conhecidas) falcatruas de Dantas.
. A função da CPI do Grampo é fazer o que o Supremo Presidente quer: manter branco rico fora da cadeia.
. Se Marcelo Itagiba puser a mão na lista dos que foram grampeados por ordem judicial vai ser uma festa para o “Estado de Direita”.
. O Ministro Peluso, com a decisão, faz renascer a tênue esperança de que o Golpe de Estado do Presidente Supremo Gilmar Mendes possa merecer alguma resistência no próprio Supremo.
. Será que o Supremo Presidente vai conseguir que o Supremo Tribunal Federal se curve a seus pés, como fizeram o Governo do Presidente que tem medo, o Presidente Lula, e o Legislativo ?

FHC CONFIRMA: iFHC APLICA COM DANTAS
O assessor de imprensa do iFHC, Carlos Magno, respondeu ao Conversa Afiada:

“jocosta” é o endereço eletrônico José de Oliveira Costa, diretor do iFHC e é a pessoa responsável por essas aplicações (extratos e documentos) em fundos diferentes.

O iFHC aplica em dez fundos diferentes. Todos os investimentos começaram a ser feitos a partir de 2004. O iFHC não aplica seus recursos em paraísos fiscais.

Em tempo: Como é que o Instituto de Fernando Henrique Cardoso sabe se o dinheiro foi ou não para paraísos fiscais – ou o tesoureiro do Instituto Fernando Henrique Cardoso ignora que “dinheiro não tem carimbo" ? (PHA)

. Um leitor atento do Conversa Afiada localizou em duas das 7000 páginas do relatório do ínclito delegado Protógenes Queiroz uma informação relevante.

. O Instituto Fernando Henrique Cardoso aplicou dinheiro no “Banco” Opportunity, do quadrilheiro Daniel Dantas.

. E não foi pouco: o saldo na conta era de R$ 2,8 milhões, em 2 de maio de 2008, ou seja, três meses atrás.

. Amanhã, segunda-feira, dia 4 de agosto, o Conversa Afiada vai procurar “jocosta”, que, no Instituto Fernando Henrique Cardoso, recebeu o extrato da conta do Instituto no “Banco” de Dantas.

. O Conversa Afiada gostaria de saber se o Instituto Fernando Henrique Cardoso aplicou em contas do Opportunity em paraísos fiscais, nas Bahamas, Cayman e Montevidéu (*).

. Se for assim, a Polícia Federal tem que pedir um mandado judicial para ir lá fechar o Instituto.

. O interessante é que, neste domingo mesmo, o Farol de Alexandria escreve um texto (em estilo de exemplar elegância) para tentar se livrar do cadáver de Daniel Dantas.

(*) O Conversa Afiada encaminhou a pergunta nesta segunda-feira, dia 04, à assessora de imprensa do iFHC Roberta Vigano. Aguardamos resposta.

fonte: PAULO HENRIQUE AMORIM: Conversa Afiada.

domingo, 10 de agosto de 2008

TRUQUES PARA ABASTECER SEU CARRO E GANHAR RENDIMENTO DE COMBUSTÍVEL NO TANQUE!


O autor dessa dica é Engenheiro Químico e trabalha a mais de 30 anos em refinarias de combustível. Seu nome será ocultado a pedido do mesmo.

1 - Encher o tanque pela manhã (cedo).

A temperatura ambiente e a do solo estão mais baixas nesse horário.
Todos os postos de combustíveis têm seus depósitos debaixo da terra e estando a terra mais fria, a densidade da gasolina ou do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, quando a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem a expandir-se. Por isso, se você encher o tanque ao meio-dia, à tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente. Na indústria petrolífera, a gravidade específica e a temperatura do solo têm um papel muito importante. Onde eu trabalho cada carregamento de combustível é cuidadosamente controlado no que diz respeito à temperatura para que a cada litro vertido na cisterna do caminhão seja exato.

2 - Quando encher o tanque, não aperte a pistola ao máximo, caso seja você que esteja abastecendo seu carro.

Segundo a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta. Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro. Ao fluir mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se numa quantidade eficaz. Todas as mangueiras surtidoras devolvem o vapor ao tanque. Se encher o tanque apertando a pistola ao máximo, uma grande porcentagem do precioso líquido que entra no depósito transforma-se em vapor e volta, através da mangueira do surtidor, ao depósito de combustível do posto de serviço. Dessa forma, obtém-se menos combustível pelo mesmo dinheiro.

3 - Encher o tanque do carro antes que o marcador de combustível fique abaixo da metade.

Quanto mais combustível houver no tanque, menos ar há lá dentro. O combustível evapora-se mais rapidamente do que você imagina. Os grandes depósitos e cisternas das refinarias têm tetos flotantes no interior, para separar o ar do combustível com o objetivo de manter a evaporação no mínimo possível.

4 - Não encher o tanque quando o posto estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois.

Se você chegar ao posto de serviço e vir um caminhão cisterna abastecendo os tanques subterrâneos, ou que tenha acabado de reabastecê-los, evite abastecer seu carro nesse momento, pois os sedimentos existentes no fundo do reservatório são movimentados na operação e, fatalmente, irão para o seu veículo, que receberá um combustível sujo.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Logística leva fábrica da Toyota para São Paulo


Uma semana após executivos da Toyota visitarem o estado, uma nova informação que circulou no mercado ontem jogou um balde de água fria na pretensão do Paraná de servir de sede para a nova fábrica da montadora japonesa no Brasil. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a Toyota escolheu São Paulo para instalar sua nova unidade, que deverá absorver até US$ 1 bilhão em investimentos, que incluirá uma linha de automóveis pequenos, com potencial para 200 mil veículos por ano, e outra de motores. De acordo com a publicação, a facilidade de acesso ao parque de fornecedores de autopeças em São Paulo, onde a montadora já possui uma fábrica – localizada em Indaiatuba – teria pesado na decisão.

Procurada, a Toyota afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não escolheu o local para a nova fábrica, mas confirma que a logística, a proximidade dos fornecedores de componentes e a economia regional serão prioridades na definição.

A empresa também nega que os representantes que vieram ao Paraná na semana passada – incluindo o executivo técnico sênior, Hiroyuki Watanabe – teriam intenção de avaliar áreas para a instalação da nova fábrica. O objetivo da visita seria o de “conhecer a infra-estrutura de transporte urbano” de Curitiba. O secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Virgílio Moreira Filho, que estava na Argentina, disse ontem que desconhece a decisão da montadora.

Cotado para receber o projeto, o município de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, teria tropeçado também no fato de que a área cobiçada pela Toyota tinha limitações ambientais. O terreno estava enquadrado como área para futura captação de água pela Sanepar. Para atrair o projeto, no entanto, o governo optou por descaracterizar aquela área como manancial.“Fizemos tudo que podíamos”, disse Moreira Filho.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Historical abbreviation: The vision of "The Economist" magazine on Brazil


The political scene will be increasingly dominated by preparations for the October 2008 municipal elections and early campaigning for the 2010 presidential ballot. This will further dim prospects for the advance of the reform agenda. A fiscal reform submitted at end-February could face delays until 2009, and little else in the way of reform seems likely in 2009. The ruling coalition will weaken ahead of municipal elections in October 2008. The race for the presidential election in 2010 is open. Given his record level of popularity, the president, Luiz Inacio Lula da Silva of the leftist Partido dos Trabalhadores (PT), will be influential behind the scenes. Regardless of who wins the next presidential ballot, the transition will be peaceful and will further consolidate democracy. Prudent macroeconomic policies should be maintained.

Brazil’s economy is forecast to grow by an annual average of 4.1% in 2008-12, slightly below the average of 4.4% for 2004-07, but much stronger than its long-term average of only 2.2%. Domestic demand, and in particular investment, will make a much stronger contribution to growth than in the past, supported by deepening domestic financial markets. The Economist Intelligence Unit assumes that inflation will be contained below 4% in the medium term, notwithstanding stronger pressures in 2008-09. But the risk to this forecast has increased amid growing inflationary pressures stemming from higher commodity prices. The trade surplus will be eroded as domestic demand growth draws in imports, and the current-account is expected to record a small deficit in 2008-12. However, amid continued stability and widening investment opportunities, capital inflows will remain firm and the Real will depreciate only modestly in 2008-12.

Brazil is Latin America’s largest market, the world’s fifth-most populous country and the world’s tenth-largest economy. GDP growth will be sufficient to allow real incomes to rise in the forecast period, albeit at a more moderate pace than in 2005-07. Disinflation and income support programmes for the poorest families have contributed to a significant reduction in poverty rates and income inequality in recent years, but Brazil will remain one of the world’s most unequal societies during the forecast period.

Modest improvements to Brazil’s business environment, mainly driven by the consolidation of macroeconomic stability and better domestic financing conditions, will keep the country’s position broadly stable in our global and regional rankings. But the tax system will remain complex and burdensome, the pension system will weigh on public-sector finances and vested interests will continue to distort productivity gains.

source: © The Economist Newspaper Limited 2008.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Batman seria possível na vida real !


Entrevista com o Neurocientista e especialista em artes marciais J.R. MINKEL.
O mesmo propõe parâmetros para virar super-herói.
Treinamento de mais de dez anos e carreira de apenas três seriam necessários.

De todos os super-heróis, Batman é o mais terrestre. Não tem superpoderes oriundos de um mundo distante e tampouco foi mordido por uma aranha radioativa. Tudo o que o protege do Coringa e outros vilões de Gotham City é sua inteligência e um físico moldado por anos de treinamento – combinados a uma vasta fortuna para alcançar seu potencial máximo e equipá-lo com Batmóveis, Batcabos e outros Bat-apetrechos, é claro.

No blockbuster de 2005 "Batman Begins", o vingativo Bruce Wayne (interpretado por Christian Bale) afia seus instintos assassinos nas ruas por sete anos antes de se jogar numa prisão butanesa e se envolver com a misteriosa Liga das Sombras, que o ensina o caminho do ninja.

Para investigar se alguém como Bruce Wayne poderia fisicamente se transformar em uma devastadora gangue de um homem só, procuramos E. Paul Zehr, professor associado de cinesiologia e neurociência na Universidade Vitória, na Columbia Britânica (Canadá), e praticante de Chito-Ryu karate-do há 26 anos. O livro de Zehr, “Becoming Batman: The Possibility of a Superhero” ("Tornando-se Batman: A Possibilidade de um Super-Herói), da The Johns Hopkins University Press, com lançamento previsto para outubro, trata exatamente da nossa questão. Segue uma transcrição editada da conversa.

Scientific American: O que os gibis e filmes nos contam a respeito das habilidades físicas de Batman?
E. Paul Zehr: Há uma citação de Neal Adams, um grande desenhista de Batman, que diz que o Homem-Morcego venceria ou poderia participar de todas as competições das Olimpíadas. Se eu fosse seu treinador, provavelmente o colocaria no decatlo. Embora Batman seja mostrado nos gibis como o mais forte e o mais rápido e todas essas outras coisas, na verdade não é possível ser tudo isso de uma só vez. Para ser Batman corretamente, o que você realmente precisa é ser excepcionalmente bom em muitas coisas diferentes. É quando você junta todos os pedaços que você tem o Batman.

Sciam: O que é mais plausível na caracterização das habilidades de Batman?
Zehr: Você poderia treinar alguém para ser um fabuloso atleta e ter uma experiência significativa em artes marciais, e também para usar alguns de seus equipamentos, que exigem uma grande proeza física. A maior parte do que você vê ali é viável no nível de que alguém poderia ser treinado àquele extremo. Veremos esse tipo de coisa em menos de um mês, nas Olimpíadas.

Sciam: O que é menos realista?
Zehr: Um ótimo exemplo está nos filmes, quando Batman luta contra múltiplos oponentes e de repente está enfrentando dez pessoas. Se você apenas estimar a rapidez com que alguém pode socar e chutar, e quantas vezes você pode atingir uma pessoa por segundo, chega-se a números como cinco ou seis. Isso não significa que você conseguiria lutar com cinco ou seis pessoas. Mas também é difícil para quatro ou cinco pessoas atacarem alguém simultaneamente, por ficarem no caminho uns dos outros. Mais realista seria haver dois agressores.

Sciam: Por quanto tempo Bruce Wayne teria de treinar para se tornar Batman?
Zehr: Em algumas das linhas do tempo vistas nos gibis, a história é que ele fica fora por cinco anos – algumas vezes são de três a cinco anos, ou oito anos, ou doze. Em termos das mudanças físicas (força e condicionamento), isso está acontecendo bem rapidamente. Estamos falando de três a cinco anos. Considerando as habilidades físicas necessárias para se defender de todos esses oponentes o tempo todo, eu diria de 10 a 12 anos. Provavelmente a representação mais realista de Batman e seu treinamento está em "Batman Begins".

Sciam: Por que um tempo de treinamento tão longo?
Zehr: Batman realmente não pode se dar ao luxo de perder. Perder significaria a morte – ou pelo menos a impossibilidade de ser Batman novamente. Mas outro ponto importante seria ter habilidades suficientes para se defender sem matar ninguém. Porque isso faz parte de seus princípios. Seria muito mais fácil lutar contra alguém se você pudesse incapacitá-lo com força extrema. Atingir alguém na garganta poderia ser um golpe letal. Isso é bem fácil de fazer.

Mas se você está pensando em algo que não resulte em força letal, isso é mais delicado. Ser tão bom, lutar sem ferir ninguém de forma letal, exige um nível extremamente alto de habilidade que levaria talvez de 15 a 18 anos para ser acumulado.

Sciam: De onde vem o número de 15 a 18 anos?
Zehr: Vem do meu próprio treinamento em artes marciais e do aprendizado de quanto tempo uma pessoa leva para responder a situações simples – sem falar nas complexidades de bombas de fumaça explodindo e pessoas usando grandes Bat-trajes. Não importa quanto treinamento você tenha, quando estamos sujeitos a uma grande quantidade de stress psicológico, cometemos muito mais erros.

A polícia fala nisso quando utiliza o chamado treinamento baseado na realidade. Levam-se anos e anos e anos para se ter a segurança de ser capaz de agir quando alguém está atacando você de verdade.

Sciam: O que é um regime de treinamento realista?
Zehr: Eu não coloquei um manual de treinamento no meu livro, mas seria interessante fazer um treinamento de pesos especializado para desenvolver a habilidade de trabalhar em uma intensidade muito alta durante talvez de 30 segundos a um minuto (o período máximo de tempo associado com suas lutas).

Um dos primeiros gibis o mostra levantando um peso enorme acima de sua cabeça. Esse não é o tipo correto de adaptação para socar e chutar. Ele precisa se assegurar de que esteja usando todas as habilidades treinadas ao mesmo tempo, para que realmente utilize as adaptações (físicas) lentamente obtidas. Nas artes marciais convencionais, quando pessoas recebem treinamento com armas, trata-se de um tipo de treinamento de poder e força.

Sciam: Que efeitos todo esse treinamento teria no corpo de Bruce Wayne?
Zehr: Pesquisei o que a DC Comics e alguns outros livros dizem (sobre o físico de Batman). Assumi a estimativa de que Bruce Wayne começou com aproximadamente 1,90m e 84 quilos. Dei-lhe 20% de gordura corporal (levemente abaixo da média) e um índice de massa corporal de 26. Digamos que depois de 10 ou 15 anos, depois de transformado em Batman, ele pese cerca de 95 quilos com 10% de gordura corporal. Ele provavelmente ganhou mais de 20 quilos de músculos. Seus ossos realmente seriam mais densos, o oposto da osteoporose.

Sciam: Estamos falando de ossos densos de uma forma fora do comum?
Zehr: A mudança percentual é bem pequena – talvez 10%. No judô, onde se vê muitos agarramentos e tombos, você terá mais densidade nos ossos longos do tronco. No karatê e outras artes marciais onde ocorrem muitos chutes, haverá uma densidade bem maior nas pernas. O Muay Thai (kickboxing) é um ótimo exemplo. Eles sempre dão esses chutes com a tíbia. Eles tentam condicionar o corpo chutando objetos progressivamente com mais força e por mais tempo.

Sciam: E quanto ao tempo de reação?
Zehr: Há evidências de que especialistas em algo como futebol americano e hóquei têm uma habilidade aprimorada para perceber o movimento no tempo. No livro, uso o exemplo de Steve Nash arremessando a bola, mesmo que ele não possa ver onde o recebedor do passe estará. Especialistas são capazes de extrair mais informação com maior rapidez que os outros. É quase como se os seus sistemas nervosos ficassem mais eficientes.

Sciam: Como Batman conseguiria descansar o suficiente?
Zehr: A dificuldade para Batman é que ele precisa tentar dormir durante o dia. Ele ficará muito cansado, na verdade, a menos que possa realmente trocar o dia pela noite. Se fosse apenas um sujeito noturno, ele seria muito mais saudável e teria um sono bem melhor do que se continuasse a se comportar como faz hoje, que é receber alguma luz aqui e ali. Isso vai estragar seus padrões e a duração do sono.

Sciam: Combater os criminosos de Gotham todas as noites não teria seu preço?
Zehr: A parte mais irreal da forma como Batman é retratado é a natureza de seus ferimentos. Na maior parte do tempo, nos gibis e nos filmes, mesmo quando ele ganha, geralmente acaba levando uma boa surra. Há um fracasso real em mostrar o efeito cumulativo disso. No dia seguinte ele está fazendo a mesma coisa, tudo de novo. É mais provável que ele estivesse cansado e ferido.
Sciam: Há alguma indicação nos quadrinhos sobre a longevidade da carreira de Batman?
Zehr: Os gibis são realmente vagos em relação a isso, obviamente. Em “Cavaleiro das Trevas”, graphic novel de Frank Miller, vemos um Batman envelhecido voltando da aposentadoria, que aparece mais fraco e cansado. Em algum lugar entre 50 e 55 anos, ele provavelmente se aposenta. Seu desempenho está decaindo. Está sempre enfrentando adversários mais jovens. Isso é bem no fim de quando ele será capaz de se defender e não ter de lidar com aquela força letal. Isso foi mostrado em uma série animada chamada "Batman Beyond."

Sciam: Ah, sim. É o futuro; Batman está velho e treina um garoto para substituí-lo.
Zehr: Você conhece aquela série? O que aprendemos é que Batman, já mais velho, mas antes de se aposentar, realmente usou uma arma contra um malfeitor, porque precisou fazê-lo. Suas habilidades o deixaram na mão de forma que ele não foi capaz de se defender sem machucar outra pessoa. E foi aí que ele decidiu se retirar da cena.

Sciam: Como todas as surras afetaram sua longevidade?
Zehr: Lembrando que ser Batman significa nunca perder -- se você analisar eventos consecutivos onde lutadores profissionais tiveram de defender seus títulos, como Muhammad Ali, George Foreman, Ultimate Fighters –-, o período mais longo que encontrará é de cerca de dois ou três anos.

Isso de certa forma bate com a carreira média dos runningbacks (corredores do futebol americano) da NFL. É de aproximadamente três anos. (Essa é a estatística que consegui no site da Associação de Jogadores da NFL.) A questão é que não é muito longa. É muito duro se tornar Batman em primeiro lugar, e é duro se manter quando você chega lá.

Sciam: Há uma pesquisa sugerindo que concussões podem gerar depressão em jogadores da NFL. Esse poderia ser um motivo pelo qual o Cavaleiro das Trevas é tão pensativo?
Zehr: Passei por muitos quadrinhos e graphic novels e só encontrei um par de exemplos onde alguns dos golpes na cabeça de Batman tiveram o efeito de algo como uma concussão.

Na vida real, esse seria um resultado bastante provável. Ele é capaz de compensar alguns dos danos físicos à sua cabeça porque o uniforme funciona um pouco como um capacete. Mas esses golpes definitivamente somariam. Já que eles não admitem que ele tenha concussões, você não pode defini-las como a razão pela qual ele é pensativo.

Sciam: Você acha que Batman tomaria esteróides para se curar mais rapidamente?
Zehr: Não. Há um gibi onde ele tomou esteróides. Ficou um pouco louco e desistiu deles.

Sciam: Na sua opinião, quantos de nós poderiam se tornar um Batman?
Zehr: Se pegarmos a porcentagem de bilionários e multiplicarmos pela porcentagem de pessoas que se tornam atletas olímpicos, provavelmente chegaríamos a uma estimativa próxima. O ponto mais importante é o que um ser humano realmente consegue fazer. O alcance do desempenho que você pode conquistar é simplesmente enorme.

*Distribuído por "The New York Times Syndicate".
fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia

sexta-feira, 11 de julho de 2008

VERGONHA! INDIGNAÇÃO! É ISSO QUE TODO BRASILEIRO SENTE NESTE INSTANTE PARA COM O SUPREMO.


VERGONHA NACIONAL: GILMAR MENDES, PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Eu não sei se minha indignação reflete o sentimento da maioria do povo brasileiro.... Também se assim não for eu devo estar ficando louco ou sou de outro planeta.
Como um Presidente do Supremo Tribunal Federal, pode fazer uma besteira dessa, envergonhando todo o povo brasileiro, jogando na lata de lixo o nome do Supremo e de todo o judiciário. Libertar bandidos de marca maior como: Daniel Dantas, Naji Narras e Celso Pitta. Esse presidente do Supremo, Sr. Juiz Gilmar Mendes é um safado, nós pagamos o seu salário, ele deveria ter mais respeito com o povo brasileiro. Que moral nós temos frente a outros países, como poderíamos preitear chegar ao patamar de primeiro mundo com um judiciário como esse?
Até quanto vamos ser afrontados por este funcionário público Sr. Gilmar Mendes.
Será que não existe a possibilidade de outros Juízes, com "J" maiúsculo dar um cabo nesta situação. Será que não existe um dispositivo legal, do tipo "tendo ouvido o clamor do povo, o magistrado decidiu...".

Quem vai nos tirar deste impasse, ou quem vai impedir o Gilmar?
Os poderes Executivo e Legislativo, bem ou mal podemos controlar, mesmo que seja não votando nos politicos com "desvio de conduta". Já o judiciário, quem controla? Os próprios juízes? Fica difícil acreditar, já que tem juiz por aí defendendo amigos...


Dantas tentou subornar um delegado e isso foi gravado, provado e comprovado, olha que o maluco do Sr. Gilmar Mendes disse quando deu o hábeas corpus a Daniel Dantas. “Não há fundamentos suficientes que justifiquem o decreto de prisão temporária dos pacientes, seja por ser desnecessário o encarceramento para imediato interrogatório, seja por nada justificar a providência para fins de confronto com provas colhidas”.


Como diz um grande amigo: “Desculpem o meu francês, mas Gilmar Mendes é um filho da puta e Safado”.

Fernando Batista, Salvador, 11 de junho de 2008 às 22:30.









Um pouco de informação extraída da Wikipédia, a enciclopédia livre sobre o nosso amigo Gilmar Ferreira Mendes.

P.S.: O Sr. Gilmar Mendes começou a ter poderes no governo de FHC.
Isso não responde muita coisa?!?!


Gilmar Ferreira Mendes (Diamantino, 30 de dezembro de 1955) é um jurista brasileiro. Foi advogado-geral da União no Governo FHC, sendo nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 20 de junho de 2002 por nomeação de Fernando Henrique Cardoso, então presidente da República. Em 2008, tornou-se presidente da Suprema Corte brasileira.
Filho de Francisco Ferreira Mendes e Nilde Alves. Em 1975, ingressou no bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde se graduou em 1978. Nessa mesma universidade concluiu o curso de mestrado em Direito e Estado, em 1987, com a dissertação Controle de Constitucionalidade: Aspectos Jurídicos e Políticos, desenvolvida sob a orientação do Ministro do Supremo Tribunal Federal José Carlos Moreira Alves.
Em 1988, viaja para a Alemanha a fim de cursar o mestrado na Universidade de Münster, que concluiu no ano seguinte, com a dissertação Die Zulässigkeitsvoraussetzungen der abstrakten Normenkontrolle vor dem Bundesverfassungsgericht (Pressupostos de admissibilidade do Controle Abstrato de Normas perante a Corte Constitucional), desenvolvida sob a orientação do Professor Hans-Uwe Erichsen.
Nessa mesma universidade prosseguiu seus estudos de doutoramento, que concluiu em 1990 com a tese Die abstrakte Normenkontrolle vor dem Bundesverfassungsgericht und vor dem brasilianischen Supremo Tribunal Federal (O Controle abstrato de normas perante a Corte Constitucional Alemã e perante o Supremo Tribunal Federal), ainda sob a orientação do professor Hans-Uwe Erichsen.
De volta ao Brasil, passou a lecionar na Universidade de Brasília, na cadeira de Direito Constitucional, tanto na graduação quanto na pós-graduação.
No campo profissional, também foi procurador da República (1985-1988), adjunto da Subsecretaria Geral da Presidência da República (1990-1991), consultor jurídico da Secretaria Geral da Presidência da República (1991-1992), assessor técnico na Relatoria da Revisão Constitucional na Câmara dos Deputados (1993-1994), assessor técnico do Ministério da Justiça (1995-1996) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (1996-2000).
Em janeiro de 2000, foi nomeado advogado-geral da União, cargo que o credenciou para a indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2002.